Online

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Postagem em redes sociais com a hashtag #PraCegoVer (descrição da imagem para cegos).

Descrição para cegos em materiais utilizados para comunicação digital, através do atributo ALT das imagens.

Presencial

O Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro têm buscado constantemente tornar os locais cada vez mais inclusivos, para todos os públicos. Considerando as particularidades das instituições, tendo em vista que as esculturas foram distribuídas pela própria artista, construindo uma narrativa para o percurso, e sendo o Museu um espaço à céu aberto, localizado em um terreno em desnível, o trabalho é incessante.

Atualmente, os visitantes encontram no espaço:

  • Maquete tátil com todo o espaço do Museu e Auditório;
  • Mapa tátil com todo o espaço do Museu e Auditório;
  • Pranchas com informações em dupla leitura – tinta e Braille, para serem manuseadas pelo público com deficiência visual;
  • Audioguia com duração aproximada de uma hora, contendo informações sobre os equipamentos culturais, bem como sobre os artistas Felícia Leirner e Claudio Santoro, e o meio ambiente local, e convidando à exploração tátil de elementos da natureza;
  • Seis esculturas selecionadas para a exploração tátil, com legenda especial para o toque (dupla leitura: tinta e Braille, mais o relevo da obra);
  • Comunicação e identificação dos percursos por níveis de dificuldade de acessibilidade;
  • Corrimãos nas escadas;
  • Elevador e banheiros adaptados;
  • Locais especialmente reservados para cadeirantes na plateia do Auditório;
  • Vagas de estacionamento identificadas e de fácil acesso.

O projeto foi todo coordenado pela ACAM Portinari, Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro contando com a assessoria especializada da Arteinclusão – Consultoria em Ação Educativa e Cultural (Amanda Tojal e Claudia Aoki), sendo a maquete tátil produzida por Dayse Tarricone – Maquetes & Acessibilidade e o audioguia pela empresa Ver com Palavras – audiodescrição (Lívia Motta).